Produção de REA apoiada por MOOC

Marcelo Akira Inuzuka e Rafael Teixeira Duarte

    



Este capítulo trata de um estudo de caso de um curso sobre HTML desenvolvido na Universidade Federal de Goiás (UFG), que seguiu um modelo de cursos denominado

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MOOC – Massive Open Online Course.

O MOOC é um tipo de curso baseado na teoria de aprendizagem Co­nec­tivista, na qual não há limites de participantes, restrições de participação ou pré-requisitos, e que utiliza Recursos Educacionais Abertos (REA).

Vários cursos online abertos têm atraído um número expressivo de participantes, alguns ultrapassando mil alunos. Os cursos da Khan Academy e da Universidade de Stanford têm atraído atenção da mídia e possuem várias características em comum com as várias experiências de MOOC: sem limites de número de participantes, abertos e online. No entanto, há várias diferenças pedagógicas entre eles, que serão analisadas.

Tanto o MOOC quanto REA fazem parte de um contexto maior que os engloba, ou seja, o movimento da Educação Aberta, que visa tornar a educa­ção mais aberta e acessível para todos. Para que esse seja efetivo, é impres­cindível o uso de REA. E o MOOC é um modelo de curso que pode ser mais eficaz dentro deste contexto. Assim, vários componentes e modelos abertos estão sendo construídos e continuamente testados para se alcançar uma Edu­cação Aberta efetiva.

A teoria de aprendizagem Conectivista, ou Conectivismo, estimula a pro­du­ção e o compartilhamento de conhecimento. Cria-se então uma expec­ta­ti­­va que MOOCs sejam adequados para o suporte à produção de REA.

Conceitos preliminares

Educação Aberta

A Educação Aberta (Open Education) é um movimento de pessoas e institui­ções que promovem ações que têm como objetivo tornar a educação mais livre e acessível para todos.

A educação é um processo complexo e envolve vários fatores culturais, econômicos, políticos e técnicos. Abdo (2011) modela a Educação Aberta com­­­pos­ta em camadas: a camada física (computadores, software, acesso a internet, etc.), camada lógica (teses, módulos, livros didáticos e artigos de pesquisa), camada simbólica (processos de aprendizado, relações internas e cruzadas entre alunos e professores) e camada humana (prática pedagógica). Abdo (2011) também cita vários aspectos políticos e econômicos:


Também as questões de políticas públicas envolvidas [que] abrangem uma área variada, desde a formação de professores, os incentivos à participação na educação de cada ator, os direitos sobre obras didáticas, os incentivos para produzir recursos educacionais, seu preço e os privilégios de acesso, o caso de materiais financiados pelo contribuinte, os padrões técnicos e sua interoperabilidade, entre outras.

• A reforma da educação para um modelo aberto está em curso e há muita discussão em torno das mudanças, com várias questões em aberto. Litto (2006) sugere que está surgindo uma nova ecologia do conhecimento e aponta problemas a serem enfrentados:

• Reuso do REA: “Quanto mais elaborada for a estrutura pedagógica específica embutida em uma OER [REA], mas provável será seu insuficiente aproveitamento para reuso, adaptação e disseminação”

• Falta de incentivo a produção de REA: “Poucas instituições oferecem incentivos para membros do corpo docente que produzem OERs [REAs]; não há um sistema de reconhecimento e premiação”

• Substituição do trabalho humano: “Alguns profissionais se revelam apavorados diante da idéia de que seres humanos poderiam ser substituídos por máquinas inteligentes, sofisticadas e programadas para trabalhar 24 horas por dia, sem perder a paciência e sem risco de fazer greve”.

Um marco para o movimento da Educação Aberta foi a Declaração da Cidade do Cabo (2007). Segue um trecho da mesma:


esse movimento emergente de educação combina a tradição de partilha de boas idéias com colegas educadores e da cultura da Internet, marcada pela colaboração e interatividade. Esta metodologia de edu­cação é construída sobre a crença de que todos devem ter a liberdade de usar, personalizar, melhorar e redistribuir os recursos educacionais, sem restrições. Educadores, estudantes e outras pessoas que partilham esta crença estão unindo-se em um esforço mundial para tornar a educação mais acessível e mais eficaz.

No contexto da Educação Aberta, grande parte dos esforços estão voltados para solucionar os problemas em torno do REA: compartilhamento, direitos autorais, licenciamento, infraestrutura, política pedagógica, política de governo, pedagogia, formação de professores, sustentabilidade econômica, etc.

Recursos educacionais abertos

Em 2002, o MIT[1] lançou o projeto OpenCourseWare (OCW)[2] com a publicação aberta de 50 cursos na internet. O OCW tinha como objetivo buscar o cumprimento da própria missão da instituição: promover o conhecimento e educar estudantes[3]. Atualmente são mais de 2000 cursos publicados, atin­gin­do mais de 100 milhões de visitas de diversos países.

Interessados em expandir a iniciativa do OCW para o mundo todo, a UNESCO promoveu um fórum educacional em 2002 (JOHNSTONE, 2005). Neste mesmo evento, surgiu o termo em inglês Open Educational Resources (OER). Desde então. esforços tem sido realizados para produzir e manter mate­rial educacional de alta qualidade, para professores e alunos das mais diversas áreas do conhecimento.

Segundo a comunidade Recursos Educacionais Abertos Brasileira[4], apoi­ada nas definições da UNESCO, REA pode ser definido como:


REA são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa, fixados em qualquer suporte ou mídia, que estejam sob domínio público ou licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros.

Conforme o modelo em camadas de Abdo (2011), os REAs formam a ca­mada lógica da qual as camadas simbólica e humana podem se desenvolver. Nesta base, surgem teorias de aprendizagem e pedagogias que aproveitam melhor esse recurso, compondo uma nova ecologia do conhecimento (Litto, 2006). Uma das teorias de aprendizagem que dependem de REA é o Conectivismo.

Conectivismo

Conectivismo é uma teoria de aprendizagem desenvolvida por George Siemens e Stephen Downes, focada na educação na era digital, que leva em consideração a forma como a tecnologia influencia nas atuais formas de comunicação e aprendizado (SIEMENS, 2005).

O ponto de partida desta teoria foi definido com base na análise das limitações de teorias de aprendizagem já bem estabelecidas (vide tabela 1): behaviorismo, cognitivismo e construtivismo (SIEMENS, 2005). Com uma nova perspectiva, leva-se também em consideração o processo de aprendi­zagem que ocorre fora dos indivíduos, e isso inclui o conhecimento que é criado e mantido dentro de organizações e meios tecnológicos, como por exemplo, a cultura organizacional entre as pessoas e os banco de dados.


Conectivismo é a integração de princípios explorados pelo caos, redes e teorias da complexidade e auto-organização. A aprendizagem é um processo que ocorre dentro de ambientes nebulosos onde os elementos centrais estão em constante mudança – não inteiramente sob o controle do indivíduo. Aprendizagem (definida como conhecimento acionável) pode residir fora de nós mesmos (dentro de uma organização ou um banco de dados), é focada em conectar conjuntos de informações especializados e as conexões que nos permitem aprender mais são mais importantes que nosso estado atual de conhecimento. (SIEMENS, 2005).

Tabela 1: George Siemens, Teorias da Aprendizagem, traduzido por Mota (2009).

 

Massive Open Online Course (MOOC)

MOOC é acrônimo de Massive Open Online Course (MOOC) e consiste em um tipo de curso baseado na teoria de aprendizagem Conectivista, no qual as informações estão abertas e acessíveis pela internet de forma massiva.


Um MOOC é um curso online com a opção de inscrição aberta e livre, um currículo compartilhado publicamente, e que geram resultados com finais imprevisíveis. MOOCs integram rede social, recursos online acessíveis e são facilitados por profissionais especialistas na área de estudo. Mais significamente, MOOCs são construídos por meio do engajamento dos aprendizes, que auto-organizam sua participação de acordo com seus objetivos de aprendizado, conhecimento prévio e interesses comuns [...] MOOCs compartilham algumas das convenções de um curso regular, como um cronograma pré-definido e tópicos semanais para estudo. Geralmente não há cobrança de taxas, não há pré-requisito além do acesso à Internet e interesse, não há expectativas pré-definidas para participação e nenhuma acreditação formal (há várias instâncias de MOOCs que são afiliadas a uma universidade e provêem aos aprendizes uma opção de se inscreverem formalmente no curso e participar de avaliações para obter créditos). (MCAULEY, 2010)

As primeiras experiências práticas com MOOCs foram realizadas por George Siemens e Stephen Downes (2008) em um curso sobre Ambientes de Aprendizagem Pessoal (Personal Learning Environments). De forma massiva e aberta, o curso atraiu mais de 1200 pessoas.

Sem limite de participantes por turma e tipicamente gratuitos, esses cursos promovem a criação de uma rede de conhecimento entre seus integrantes. O termo massivo está mais associado com a falta de restrições do número de participantes do que coa quantim dade de alunos envolvidos. É óbvio que a falta de restrições – como pré-requisitos, pagamento de taxas ou limite de inscritos – aumenta o número e participantes e isso é observado em vários casos; no entanto, uma quantidade elevada de alunos é mais uma conse­quên­cia do grau de abertura do curso do que um objetivo a ser perseguido. O aspecto massivo do MOOC difere dos aspectos do ensino massificante; o primeiro trata a experiência do aluno como sendo única e pessoal; e o segun­do, como uma experiência padronizada e impessoal.

O funcionamento de um MOOC possui algumas características que o diferenciam das plataformas tradicionais de ensino a distância (EAD). Numa plataforma tradicional de EAD, o conceito da sala de aula tradicional é levado para o ambiente virtual (Downes, 2006), como nos Learning Management Systems (LMS) ou Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA). Diferentemente do AVA, o MOOC se baseia no livre acesso à informação. Assim, a implemen­tação de um MOOC geralmente ocorre pelo uso combinado das mais variadas ferramentas disponíveis na internet, como wikis, blogs, microblogs, fóruns, listas de discussão, bookmarks e redes sociais.

No MOOC não existem grupos ou turmas como ocorre no ensino presencial; em seu lugar surge uma rede, sem limite de participantes e onde todos estão ao mesmo tempo ensinando e aprendendo de forma ativa (Mota, 2009). Outra característica do MOOC é a manutenção do conteúdo gerado durante o curso, aberto a mecanismos de busca comerciais da internet, garan­tindo assim o acesso ao conhecimento por parte dos não participantes do curso (DOWNES, 2006).

Relação entre MOOC e REA

Os MOOCs carregam a palavra Open (Aberto) em seu acrônimo e estão fortemente apoiados no Conectivismo. Baseiam-se na formação de redes de conhecimento, onde seus participantes são tanto leitores quanto escritores. Neste contexto, os REAs são imprescindíveis, no sentido de permitir que as informações sejam livremente acessadas, reusadas, remixadas e redistri­bu­ídas. Quanto mais um curso emprega licenças restritivas em seus conteúdos, mais barreiras surgem, e assim restringem o fluxo e acesso das informações e, portanto, se distanciam-se da essência de um MOOC.

Mackness (2010) citou as principais características que Downes (2007) identifica um curso online que utiliza princípios conectivistas:

• Autonomia: permite o máximo possível que aprendizes escolham onde, quando, como e com quem e mesmo o que aprender.

• Diversidade: assegura que aprendizes são de uma população suficientemente diversa para evitar o pensamento de grupo [Groupthink] e desinformação [echo-chamber]. Há um incentivo ao engajamento em leituras, discussões e ambientes diversos.

• Grau de abertura [openness]: engloba todos os níveis de engajamento, sem barreiras entre o que/quem está dentro ou fora. Tal característica assegura o livre fluxo de informação através da rede, e incentiva uma cultura de compartilhamento e um foco na criação de conhecimento.

• Conectividade e interatividade: é o que torna tudo isso possível. O conhecimento emerge como um resultado de conexões.

Recentemente, tem ocorrido uma profusão de cursos online abertos e massivos com características comuns a MOOC, tais como os cursos da Universidade de Stanford[5] de Inteligência Artificial[6], Banco de dados[7] e Aprendizado de Máquina[8] e os cursos da Khan Academy[9]. Atkinsson (2011) fez uma análise comparativa destes três cursos de Stanford com MOOC. Re­fize­mos a análise comparativa, adicionando os cursos da Khan Academy (Khan) e fazendo uso de quatro critérios enumerados por Atkinsson (1, 2, 3 e 4) e introduzindo mais três outros critérios (5, 6 e 7):

O acesso a facilitadores dos cursos da Khan e da Stanford é restrito. A maior parte da interação é via computador-aluno, por meio de testes que permitem que o aluno se autoavalie. Para cada teste concluído, uma clas­sificação por meio de pontuação é atualizada automaticamente[10]. Nos cur­sos da Khan, o processo de interação com o curso é semelhante ao aplicado a videogames – só se passa para a fase seguinte, quando um número mínimo de tarefas for completadas. As dúvidas podem ser enviadas para os facilitadores, que podem acompanhar a evolução dos alunos e intervir caso necessário. Em suma, ambos cursos da Khan e de Stanford são predominan­temente cursos de pedagogia auto-instrucional, no qual o aluno é responsável por seu próprio desenvolvimento no curso, assistindo vídeos e/ou lendo conteúdos e sendo avaliado automaticamente pelo computador.

Os casos analisados de Stanford e Khan são na maioria cursos na área de ciências exatas[11], enquanto que os cursos MOOC são cursos na área de ciências humanas. Devido à característica de cada ramo de conhecimento, a pedagogia pode variar. Os cursos da área de ciências humanas costumam ser mais dialógicos, exigindo uma interação social mais intensa. Desta forma, a pedagogia auto-instrucional adotada pelos cursos da Khan e Stanford estimu­lam mais a interação automatizada aluno-computador, enquanto que os MO­OCs estimulam mais a interação aluno-aluno, usando a infra-estrutura com­pu­tacional como meio de comunicação. Devido à característica massiva de ambos os tipos de cursos, a interação professor-aluno não é estimulada como primeira opção.

Os cursos da Khan e Stanford adotam métodos de estímulo-resposta baseados na teoria de aprendizagem behaviorista de Skinner (1958), por meio de ferramentas modernas como vídeos e questionários interativos. Apesar desses cursos utilizarem REA, o aluno não é estimulado a modificar o REA utilizado. No final do curso, não há alteração ou acréscimo de mais nós na rede de conhecimento, pois o os alunos não criam ou alteram novos conteú­dos associados entre si. Apesar dos cursos Khan e Stanford serem massivos, abertos e conectados, atualmente há muitas práticas pedagógicas que os distanciam do modelo de curso MOOC.

Críticas sobre Conectivismo e MOOC

Conectivismo e MOOC são muito recentes e naturalmente recebem críticas da comunidade científica.

Em geral, cada teoria de aprendizagem está ligada a algum quadro epistemológico. Kop e Hill (2008) identificaram o quadro epistemológico do conectivismo como “conhecimento distribuído”. O quadro epistemológico do conectivismo foi desenvolvida por Downes (2008a) e que foi comparada com três quadros epistemológicos apresentado por Siemens (2008, p. 9), baseado na categorização de aprendizagem de Driscoll:

• Objetivismo: afirma que a realidade é externa e objetiva, e que conhecimento é objetido através de experiências;

• Pragmatismo: afirma que a realidade é provisória, e que conhecimento é negociado através da experiência e pensamento;

• Interpretativismo: afirma que a realidade é interna, e que conhecimento é construído.

• Conhecimento distribuído: afirma que o conhecimento é composto de conexões e entidades ligadas em rede.

Cada um destes quadros fornece a base epistemológica para, respecti­va­mente, as quatro teorias de aprendizagem já citadas: behaivorismo; cogni­tivismo, construtivismo e conectivismo.

Verhagen (2006) considera que o conectivismo não é uma teoria de aprendizagem, mas sim uma pedagogia. Nessa concepção, uma teoria deve explicar os fenômenos e as explicações devem ser verificáveis. Sua crítica ao conectivismo é que seus princípios não são suficientemente ligados aos argu­mentos e exemplos para desenvolver como a teoria pode funcionar na prática. Verhagen critica a definição de aprendizagem do conectivismo como “conhe­cimento acionável” que pode “residir fora de nós mesmos (dentro de uma organização ou um banco de dados)”, pois define a aprendizagem como um resultado, não um processo. Siemens (2006) defende que o ato de apren­dizagem é o ato de reconhecimento de padrões moldados por redes comple­xas e que o ato de aprendizagem existe em dois níveis:

• internamente como redes neurais (onde o conhecimento é distribuído por nosso cérebro, não realizada em sua totalidade em um único local)

• externamente como redes que ativamente formamos (cada nó representa um elemento de especialização e um agregado representa nossa habilidade de estar ciente, aprender e se adaptar ao mundo ao nosso redor)

Calvani (2008) apresentou sua crítica ao conectivismo em vários pontos, destacamos dois aqui:

• Os conceitos do conectivismo não representam em si uma ideia original. Conceitos como descentralização em Piaget e Inteligência distribuída na ecologia de comunidades em Levy estão ausentes.

• Há muita ênfase na variedade de perspectivas como um elemento fundamental na nova ideia do conhecimento: a maioria das pessoas possue um nível bastante limitado de desenvolvimento epistemológico. Conhecimento como conversa é perturbador e desestabilizador para a maioria.

Mackness, Mak e Williams (2010) analisaram a experiência de um MOOC realizado em 2008, com duração de 12 semanas, para 2.200 parti­cipantes, intitulado Connectivism and Connective Knowledge (CCK08). O curso não se limitou a um ambiente fechado e a foi incentivado a formação de uma rede alunos-autores, com autonomia de criar, e compartilhar com qualquer ferramenta disponível na web. Para agregar conteúdos, os três moderadores utilizaram uma wiki, fóruns do Moodle[12], Elluminate[13] e UStream[14], onde haviam tópicos e links destacados pelos três moderadores. Os participantes criaram seus próprios espaços de aprendizagem, tais como blogs, wikis, Ning, Facebook, Google, Diigo e Second Life. A interação assíncrona ocorreu prin­cipalmente através do Moodle e blogs. Nas primeiras semanas, os fóruns do Moodle foram inundados com a assustadora quantidade de mais de 1.000 mensagens de apresentação, levando a um dos moderadores incentivarem aos participantes interagirem através de seus blogs. A análise da efetividade do MOOC se baseou nos resultados esperados pela metodologia conectivista: autonomia, diversidade, abertura e conectividade/interatividade. Segue um trecho da conclusão:


A enorme diversidade inerente do CCK08, resultante do acesso aberto, transpareceu em um apoio e moderação que normalmente esperaria-se de um curso não foi viável. Isto, por sua vez, resultou que alguns participantes do CCK08 tiveram menos experiências positivas com os princípios do conectivismo. A autonomia foi equiparada à falta de apoio por alguns participantes, particularmente os inscritos para avaliações de crédito com participantes. O grau de abertura foi interpretado de forma diferente por participantes individuais com a maioria dos participantes inscritos desistindo de conectar e compartilhar. As variações nos níveis de especialização e no comportamento on-line individual limitou a conectividade e levou à formação de grupos. A formação de grupos, por sua vez, reduziu as possibilidades de abertura, autonomia e diversidade, que por sua vez, reduziu as oportunidades de conexão, conectividade e engajamento, e assim por diante.A partir desta, os autores concluem que alguns constrangimentos e de moderação exercido por instrutores e/ou alunos pode ser necessário para a eficácia de aprendizagem de um

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curso, tais como CCK08. Estas restrições podem incluir um leve toque moderação para reduzir a confusão, ou a intervenção firme para evitar compor­ta­mentos negativos que impedem a aprendizagem em da rede e comu­nicação explícita daquilo que é inaceitável, para garantir a “segurança” dos alunos. (MACKNESS, MAK e WILLIAMS, 2010)

Estudo de caso: MOOC sobre HTML

Contexto do estudo de caso

O estudo de caso foi desenvolvido por meio de um projeto de final de curso (PFC) (Duarte, 2011). O objetivo principal deste PFC foi a construção, utiliza­ção e análise de resultados de um arcabouço (framework) de ferramentas para realização de um MOOC sobre HTML.

A aplicação do estudo de caso ocorreu no Centro de Formação em Tecnologia da Informação (CFTI), um projeto do Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás, que oferece cursos de extensão em Tecnologia da Informação às comunidades universitária e não-universitária.

O curso utilizou REA em hipertexto, disponibilizado em wiki, previa­mente utilizado em cursos presenciais, totalmente a distância, com carga horária prevista de 20 horas de dedicação individual e duração de 15 dias úteis (3 semanas).

Tecnologias utilizadas

Para montar o ambiente, foram empregadas ferramentas instaladas inter­namente e outras de terceiros disponíveis livremente na Web. Segue a lista de ferramentas e uma descrição de cada uma.

Ferramentas implantadas internamente no servidor do CFTI:

Mailman[15]: é um servidor de lista de discussão, responsável pela comunicação por e-mail. Esta foi a principal ferramenta de comunicação do curso, uma vez que proveu interação textual assíncrona entre todos os participantes.

AjaXplorer[16]: é um gerenciador de arquivos, que permite que os alunos editem páginas remotamente.

 

Foswiki[17]: é um software wiki, que disponibilizou conteúdo didático livremente editável no formato de hipertexto (HTML).

 

Postfix[18]: é um servidor de envio e recebimento de e-mail, utilizado em conjunto com o Mailman.

Apache[19]: é um servidor web para armazenamento de páginas, utilizado em conjunto com o AjaXplorer e Foswiki.

 

Ferramentas externas disponíveis na Web:

JSBin[20]: Ferramenta para compartilhamento de código, que facilitou o rápido compartilhamento de trechos pequenos de código-fonte.

TinyChat[21]: provê serviço de webconferência com múltiplos participantes.

 

Com um servidor virtual OpenSuse Linux disponibilizado pelo CFTI, as demais ferramentas foram selecionadas. O conjunto Apache, Postfix e Mailman foi escolhido por serem ferramentas amplamente testadas e utili­zadas; além disso, são gratuitas, livres e possuem pacotes pré-compilados para o servidor disponível. A adoção do gerenciador de wiki Foswiki aconteceu, principalmente, a experiências prévias pessoais e por ser já utilizado em uma plataforma semelhante – o ambiente Disciplinas[22], usado no gerenciamento de conteúdo didático na UFBA. As aplicações TinyChat e AjaXplorer foram adotadas devido à facilidade de uso, e assim, atenderam bem aos requisitos do projeto. E finalmente, o serviço de compartilhamento de códigos JSBin foi uti­l­i­zado ao longo do curso, conforme sugestão de um dos alunos, e ampla­mente adotado por toda a turma.

Com esse conjunto de ferramentas, foi montado um ambiente de interação diversificado entre os participantes, tanto na forma de interação quanto ao conteúdo. Houve interação rica e síncrona por meio das web con­ferências, que foram gravadas e disponibilizadas posteriormente, de forma assíncrona. E também houve interação textual e assíncrona via lista de dis­cussão. O conteúdo principal foi baseado em hipertexto, dividido em lições e disponível via servidor wiki[23].

Prática pedagógica

Após divulgação em redes sociais e listas de discussão, 92 pessoas demons­traram interesse e foram cadastradas na principal ferramenta de comunicação do curso, a lista de discussão. Após as apresentações pessoais e testes de funcionamento da lista, realizou-se a divulgação da primeira lição.

Os participantes foram instruídos a seguirem um cronograma diário de lições, postando dúvidas e respostas de exercícios na lista de discussões, visíveis a todo o grupo, permitindo assim aos participantes comentar as res­postas e dúvidas uns dos outros. Tal interação criou conexões entre os parti­cipantes, e segundo o conectivismo, a aprendizagem reside justamente na formação destas conexões.

Ainda durante o curso, foram realizadas três web conferências, providas com audiovisual com vídeo e textual em bate-papo (chat). Nas web conferências, as lições eram comentadas e os participantes puderam tirar dúvidas instantâneas, discutir e trazer outros assuntos relacionados ao curso mas não cobertos pelo material das lições.

Como previsto no plano do curso, a avaliação dos participantes foi realizada por meio de uma única entrega, a publicação de um portal de páginas temático[24], que tratasse sobre o próprio aluno ou de algum assunto de interesse. Foi exigido que as páginas fossem construídas em HTML, explo­rando os recursos trabalhados durante o curso.

Avaliação dos participantes

Ao final do curso, o portal temático serviu como avaliação dos participantes, onde 30 participantes obtiveram resultado satisfatório. Em seguida, foi solicitado para que todos participantes respondessem um questionário, que serviu de base para analisar a experiência dos alunos. O questionário foi respondido anonimamente por 29 participantes.

• Questão a: Você já teve alguma experiência anterior com ensino a distância?

 

Podemos observar que, até o início deste curso, pouco mais da metade do participantes não havia participado de nenhuma experiência com ensino a distância.

• Questão b: Você acha que o curso foi relevante para o aprendizado?

 

Sobre a relevância do curso para o aprendizado, podemos observar que a grande maioria dos participantes considerou o curso relevante para o aprendizado de HTML, totalizando 28 dos 29 que responderam ao ques­tionário, 1 participante considerou o curso parcial, e nenhum partici­pante con­siderou o curso não relevante.

• Questão c: O curso atingiu suas expectativas?

 

Sobre a satisfação das expectativas do curso, a maioria (25 de um total de 29) dos participantes tiveram suas expectativas satisfeitas e 4 tiveram expectativas parcialmente satisfeitas.

• Questão d: A metodologia aplicada, que incentiva a autonomia do aluno resultou em dificuldades?

 

Quanto a dificuldades causadas pela metodologia, que incentiva a auto­nomia do aluno, 22 participantes não encontraram dificuldades, enquanto 7 encontraram.

• Questão e: Você participaria de outros cursos com esta metodologia no futuro?

 

Em uma avaliação da metodologia do curso, o resultado foi satisfatório, uma vez que a maioria dos participantes (26) afirmou que participaria de outros cursos utilizando essa metodologia, 2 participantes responderam que talvez, e apenas 1 respondeu que não participaria.

• Questão f: Você recomendaria a participação de outras pessoas a este curso?

 

Todos participantes do questionário recomendariam a participação de outras pessoas ao curso.

• Questão g: Qual foi seu grau de dedicação a este curso (em horas)?

 

Com lições diárias e tempo de dedicação estimada de 20 horas, podemos observar que a maioria dos participantes dedicaram-se menos de 20 horas, sendo que quase metade (14) dedicaram-se menos de 10 horas.

• Questão h: Você considera que o compartilhamento de conhecimento (troca dos exercícios entre os participantes) foi proveitoso?

 

Através dessa pergunta é possível observar que os participantes consi­de­raram o compartilhamento importante, pois a maioria (20) julgou o com­partilhamento como muito importante, e 8 participantes julgaram razoa­vel­mente importante.

• Questão i: Quando questionados a respeito das ferramentas de maior relevância para o aprendizado, os participantes colocaram em primeiro lugar a lista de discussões, em segundo lugar as lições disponíveis na Wiki do CFTI e em terceiro o gerenciador de arquivos remoto para envio das páginas ao servidor.

• Questão j: Quanto às dificuldades encontradas durante o curso, os participantes relataram:
· acessibilidade (dificuldade de acesso ao conteúdo não adaptado à portadores de necessidades especiais);
· pedagógica (dificuldade na realização das tarefas);
· comunicação (dificuldade em obter suporte);
· social (dificuldade de interação com os outros participantes);
· cultural (dificuldade de adaptação ao aprendizado em ambiente virtual);
· acesso à internet ou recursos computacionais;
· falta de disciplina do participante com essa modalidade de ensino a distância;
· falta de informação de onde obter os exercícios, listas e outros links;
· tempo disponível para seguir o cronograma.

• Questão k: Os participantes também sugeriram melhorias quanto a metodologia do curso:
· web conferências mais frequentes;
· envio de todas atividades monitorado, e não somente da avaliação final;
· adoção de duas avaliações (meio e final do curso);
· forçar o participante a seguir o cronograma devido à dificuldade que alguns participantes tem de seguir um cronograma de estudos sozinho.

Análise da metodologia

Assim como Mackness, Mak e Williams (2010), a análise da experiência de MOOC, levou em conta os quatro pontos essenciais do Conectivismo, postu­la­dos por Downes:

• Autonomia: Apesar do mediador ditar um ritmo na lista de discussão, seguindo um cronograma semanal de lições, o curso do CFTI teve um certo grau de autonomia, uma vez que o conteúdo das lições eram totalmente disponíveis desde o início do curso, e assim permitiu aos participantes escolherem o que gostariam de estudar dentre os tópicos do cronograma. A interação síncrona e assíncrona por sua vez permitiu aos participantes a inserção de novos tópicos não cobertos pelo cronograma e também a escolha de quanto e quando gostariam de estudar. Houve também a participação ativa de alunos na escolha de ferramentas, por exemplo, a ferramenta JSBin, foi adotada a partir da sugestão de um aluno. A falta de acompa­nhamento mais rigoroso de um moderador foi percebida pelos alunos, conforme resultados da questão k.

• Diversidade: Apesar do assunto ser técnico, os problemas propostos eram propositalmente abertos, suscetíveis a ter soluções diferentes, permitindo que os alunos expressassem técnicas diferentes que pudessem ser compartilhadas e discutidas pela turma via interação assíncrona.

• Grau de abertura: todo conteúdo utilizado (lições) e gerado (histórico da lista[25] e conferências) são completamente abertos na internet, não diferenciando participantes de não participantes do curso. Para evitar disseminação de spam, somente os participantes puderam postar na lista; desta forma, o cadastro na lista foi totalmente aberto e livre. As soluções geradas pelos alunos foram compartilhadas utilizando links abertos na web, facilitando o recompartilhamento e o acesso de pessoas externas ao curso.

• Grau de conectividade: com dois principais pontos de conexão: assíncrona (lista de discussão) e síncronas (web conferência) o índice de conectividade pôde ser considerado alto. As conferências foram bastante valorizadas pelos participantes, e aqueles que não puderam participar tiveram acesso ao vídeo gravado e disponível na Web.

Perspectivas e trabalhos futuros

A divulgação deste curso ocorreu em listas de discussão de tecnologia, grupos de universidades e em redes sociais, atingindo um nicho específico de participantes. Para cursos futuros é interessante trabalhar mais na etapa de divulgação, criando métricas e visando atingir uma maior diversidade e quan­tidade de participantes, fazendo-o assim mais massivo.

Outro aspecto a ser observado é que a quantidade de respostas dos questionários de avaliação do curso é praticamente a mesma quantidade dos concluintes de projetos. Como o questionário é anônimo, especula-se que aqueles que são os mesmos participantes. Isso leva a crer que o questionário não envolveu a opinião de cerca de 66% restantes que não concluíram o curso. Pode-se imaginar que permaneceram ativos no final do curso somente aqueles que possuem uma fluência tecnológica elevada ou que se adaptaram mais a metodologia. Uma pesquisa mais abrangente seria interessante para poder avaliar as dificuldades enfrentadas, incluindo os que não conseguiram concluir o projeto do curso.

Não houve participação ativa na produção de REA disponível em wiki e especula-se duas hipóteses principais: a) razões culturais – alunos em geral não estão acostumados a contribuírem como autores do próprio conteúdo de que são leitores; b) a prática pedagógica não estimulou a autoria – para o alu­no, não fazia diferença no aprendizado em contribuir com o material de estu­do; etc. Essas causas não foram inquiridas e pode ser tema de um trabalho futuro.

Conclusões

Ao final do estudo de caso, todo o conteúdo da lista de discussões, ou seja, as várias mensagens trocadas com soluções de problemas se tornou um novo REA. Assim, as mensagens podem ser acessadas abertamente na web, facil­mente encontradas e indexadas por mecanismos de busca como o Google.

O REA em wiki foi bastante utilizado (vide questão ‘i’) e permitia ser editado facilmente; porém o recurso não foi modificado pelos participantes. O foco da produção de conhecimento se baseou no compartilhamento de solu­ções dos problemas propostos entre os participantes e não na produção ou melhoria de conteúdos sobre HTML.

Diferentemente da experiência CCK08, no qual os participantes interagem dialogicamente sobre os tópicos sugeridos pelo moderador, aqui a relação é um pouco mais objetiva, com toques de personalização, uma vez que os problemas propostos eram abertos, ou seja, poderiam ter soluções diferentes, variando-se as técnicas. Segundo o questionário de avaliação, 20 dos 28 participantes consideraram o compartilhamento de soluções relevante no aprendizado.
O conjunto de ferramentas formou um ambiente completo para a execução do estudo de caso. Os participantes dentro e fora do curso, separados no tempo e no espaço, podem ler o conteúdo textual utilizado e produzido (wiki e mensagens da lista de discussão) e os vídeos gravados e os projetos (portais em HTML) desenvolvidos pelos alunos. Em suma, o ambiente, em sintonia com a pedagogia MOOC, promoveu o grau de abertura [openness] defendido pela teoria conectivista e consequentemente, contribuiu com a produção de REA.

 

Referências

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Marcelo Akira Inuzuka

Professor do Instituto de Informática da Universidade Federal de Goiás (UFG). Mestre em Tecnologia da Informação e Comunicação na Formação em Ensino a Distância pela Universidade Norte do Paraná(UNOPAR)/Universidade Federal do Ceará (UFC) (2008), graduado em Engenharia Elétrica (1995) e Ciências da Computação (1997), ambos pela UFG . Tem como foco a pesquisa em Tecnologias Educacionais. Participa de comunidades de Software Livre (PSL-Brasil e PSL-Goiás) e Recursos Educacionais Abertos (REA-Brasil). marceloakira@inf.ufg.br | www.inf.ufg.br/~marceloakira

Rafael Teixeira Duarte

Bacharel em Ciencia da Computação pela Universidade Federal de Goiás (UFG). Administrador de redes e sistemas GNU/Linux, usuário e entusiasta de software livre, dá seus palpites na ASL-Goiás e PSL-Goiás. rafaeltduarte@gmail.com | www.rafaelduarte.org

  1. [1] http://www.mit.edu
  2. [2] http://ocw.mit.edu
  3. [3] http://ocw.mit.edu/about/our-history/
  4. [4] http://rea.net.br/site/
  5. [5] http://www.stanford.edu
  6. [6] http://www.ai-class.com/home
  7. [7] http://www.db-class.org/course/auth/welcome
  8. [8] http://www.ml-class.com/
  9. [9] www.khanacademy.org/
  10. [10] http://www.khanacademy.org/about
  11. [11] Em 11/04/2012, haviam 3 tipos de cursos em Ciências Humanas: história, história da arte e cidadania americana. A área de matemática, finanças e ciências haviam 13, 8 e 11 cursos respectivamente.
  12. [12] Moodle é um Ambiente Virtual de Aprendizagem, disponível em http://www.moodle.org
  13. [13] Elluminate é uma ferramenta de webconferência, baseado em áudio, bate-papo [chat] e apresentação de slides
  14. [14] UStream é um portal que oferece recursos de webconferência baseada em transmissão [streaming] de vídeo
  15. [15] http://www.gnu.org/software/mailman/index.html
  16. [16] http://ajaxplorer.info/
  17. [17] http://foswiki.org/
  18. [18] http://www.postfix.org/
  19. [19] http://httpd.apache.org/
  20. [20] http://jsbin.com/
  21. [21] http://br.tinychat.com/
  22. [22] http://disciplinas.dcc.ufba.br/
  23. [23] http://cfti.inf.ufg.br/foswiki/bin/view/GrupoWeb/TutorialHTML
  24. [24] http://cfti.inf.ufg.br/foswiki/bin/view/GrupoWeb/ResultadoCursoHTML2011
  25. [25] http://cfti.inf.ufg.br/pipermail/cursohtml/

                                                      

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