Aberturas e rupturas na formação de professores

Priscila Gonsales

    



Formação continuada de professores para as demandas do século XXI, especialmente no que se refere ao uso das tecnologias digitais na educação, tem sido uma ação bastante recorrente na esfera go­ver­namental – seja em âmbito municipal, estadual ou federal. Esse movi­mento, sem dúvida, é altamente positivo, ainda que consideremos apenas a intenção em alguns casos, dada a dificuldade de atender a uma rede de mais 50 milhões de alunos[1].

Porém, apesar dos incessantes lançamentos de dispositivos e pro­gramas tecnológicos cada vez mais avançados, uma formação docente não pode nunca ficar restrita ao uso educativo de softwares e demais ferramentas digitais. Em vez disso, é preciso que se crie uma ação inspirada no pensa­mento do educador Paulo Freire, bastante atual e pertinente em nossos dias: “a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda” (FREIRE, 2000, p 31).

Dispostas a colaborar com esse saudável ciclo educativo, envolvendo pessoas na busca pela transformação social, muitas organizações da sociedade civil brasileiratambém realizam trabalhos com formação de profes­sores, ao longo das últimas décadas, com foco na apropriação social dos novos códigos e linguagens que emergem da cultura digital. Nenhuma delas, porém, incorporou ainda em sua metodologia de formação a questão do uso, produção e compartilhamento de Recursos Educacionais Abertos (REA)[2] pelos próprios professores em formação.

O Centro de Estudos em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec)[3], instituição em que trabalhei durante 10 anos, e que se constitui como uma verdadeira escola para quem acredita no potencial transformador da educação pública de qualidade, começou, timidamente, a experimentar ações nesse sentido durante a gestão-executiva do Programa Educarede[4], nos últimos anos (2001 a 2010). Fundado há 25 anos pela educadora visionária Maria Alice Setúbal – com apoio de um grupo de educadoras na época recém-egressas da carreira pública docente –, o Cenpec vem fazendo história no cenário da educação brasileira, com projetos sólidos concebidos a partir de metodologias de formação continuada, como o Educarede, que tive o prazer e o privilégio de ajudar a construir e coordenar.

O Educarede nasceu em 2001 a partir de um trio de parceiros – Cenpec, Fundação Telefônica e Fundação Vanzolini – que possibilitou a chegada ao Brasil do primeiro portal de conteúdos educativos de acesso livre, e com ele vários subprojetos baseados no uso inovador das tecnologias digitais, que du­raram até 2010. Nossa equipe pode atuar sempre com muita autonomia, ex­pe­rimentando situações de aprendizagem compartilhada, despontando as­pec­tos fundamentais da concepção de educação que envolve o conceito de REA.

Um desses aspectos estava relacionado à própria equipe de trabalho. Tínhamos colaboradores internos no Educarede e também externos, com os quais, graças às várias ferramentas online disponíveis, estávamos sempre em contato. Vários desses colaboradores, para nossa alegria, surgiam dos pró­prios projetos, ou seja, participantes que se destacavam em suas contri­buições eram constantemente convidados para compor a equipe e liderar novas ações conosco. Eles cocriavam conosco. O que já era REA sem ter nunca sido pensado como REA.

Foi no Educarede que pude semear os frutos que hoje estão começando a brotar em relação às mudanças e rupturas que precisamos trazer para que o processo de formação de professores se torne ainda mais consistente e coerente com as constantes transformações pelas quais a sociedade vem pas­sando. E o conceito de REA, mais uma vez, estava presente (ainda que ocul­tamente) nesse aspecto:

• criamos cursos interativos online de produção literária com geração de livros

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virtuais liderados pelos próprios professores internautas (2003);

• construímos redes sociais digitais para alunos e professores participarem e aprenderem juntos, produzindo e compartilhando conhecimento abertamente na web, numa época em que nem se ouvia falar de Twitter ou Facebook (2004);

• elaboramos, em coautoria com professores da rede municipal de São Paulo, material didático para uso pedagógico dos laboratórios de informática das escolas (2007)[5];

• todos os materiais educativos e de apoio que produzimos ao longo de 10 anos foram sempre disponibilizados para acesso livre on-line e download.

O que fazíamos não era de fato REA, pois desconhecíamos as licenças flexíveis, como as do Creative Commons[6]. Somente em 2010, depois de par­ticipar de alguns fóruns e compreender o conceito de REA, criamos o pri­mei­ro projeto do Educarede sob licença CC-BY-NC, o Grupo de Estudos Online Educar na Cultura Digital[7] – um coletivo de educadores interessados em estu­dar e trocar experiências sobre os desafios que os códigos e as lingua­gens da cultura digital traziam para a educação. O projeto, que tinha como plata­forma tecnológica o Moodle[8], além de TV Web e atuação nas mídias so­ciais, durou 1 ano e meio e reuniu cerca de 2,5 mil participantes de todo o Brasil.

Formação e informação

Toda e qualquer formação de professores envolve um processo de comu­nicação e esse, por sua vez, um processo de disseminação de informações. Nesse sentido, é fundamental ter em mente que, hoje em dia, informação não é mais a mesma coisa que era há pouco tempo. Se considerarmos os últimos 20 anos – ou até menos – de evolução da huma­nidade, fica evidente que estamos experimentando novos modos de ser e estar no mundo. Em outras palavras, o modo como produzimos e consumimos informação atualmente é muito diferente do que era antes, mesmo considerando esse curto espaço de tempo.

Após a revolução industrial, antes do advento da internet, a informação era prioritariamente física, impressa: livros, discos, CDs, apostilas, enciclopédias, dentre outros instrumentos. Atualmente, a informação não requer materialidade. Ela pode ser transmitida, multiplicada, copiada, compartilhada, remixada, enfim, alterada de maneira imediata e ilimitada.

Na sociedade da informação para a qual começamos a caminhar (CASTELLS, 1999), a informação é grátis, farta, variada, praticamente ines­gotável. Uma reportagem do jornal Brasil Econômico, de 23/3/2012, traz dados da pesquisa Ipso/Reuters, mostrando que 85% da comunicação no globo já é feita pela web. A maior parte do mundo está interconectada graças aos recursos do e-mail e de redes sociais, como Facebook e Twitter. E-mails são enviados e recebidos por 85% das pessoas que estão conectadas à internet, e 62% delas se comunicam por sites de redes

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sociais ‒ especialmente na Indoné­sia, Argentina e Rússia, que apresentam as maiores porcentagens de usuários. O Brasil é o 5º país em usuários conectados a essas redes. Segundo o Ibope Nielsen Online, o pais atingiu 41,7 milhões de usuários de internet em outubro de 2010.

Em meio a essa proliferação de informações emergentes na última década, no ano de 2005, mais uma demanda surgia para os educadores no cenário mundial. Foi estabelecida pelas Nações Unidas a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (DEDS) (entre 2005 e 2014)[9]. A DEDS prevê um conjunto de parcerias entre governos, órgãos internacionais, entidades da soci­edade civil e setor privado, para promover mudanças de consciência, atitudes e comportamentos na sociedade mundial em relação ao uso dos recursos naturais do planeta e ao estabelecimento de uma vida sustentável.

À educação, atribuiu-se um “papel-chave” no que concerne a estas mudanças e à promoção de valores, como a dignidade, o respeito pelos direitos humanos e pela diversidade cultural, o compromisso com a justiça social, a tolerância, a cultura de paz, a proteção e restauração dos ecossistemas da Terra, entre outros valores necessários para o alcance do desenvolvimento sustentável.

Promover uma educação para o desenvolvimento sustentável, portanto, deve compreender características como:

• ser interdisciplinar e holística;

• visar à aquisição de valores;

• desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de encontrar soluções para os problemas;

• recorrer à multiplicidade de métodos;

• estimular o processo participativo de tomada de decisão;

• estar estreitamente relacionado com a vida local. (UNESCO, 2005, p. 46).

Com tanta demanda para a educação, como produzir de fato atividades e projetos inovadores que possam abranger todos esses pontos? As avaliações que apenas medem absorção de conteúdo, em breve, vão precisar receber adendos qualitativos relacionados a valores. Como lidar com tanta infor­mação disponível?

A educação precisa de apoio, mas esse apoio não pode vir de fora para dentro, justamente porque não existe receita pronta e única. É preciso estimular que professores sejam autores de seu próprio processo de formação, procurando usar REA para também produzir e compartilhar suas produções, seus projetos pedagógicos, suas sequências didáticas, possibilitando que outros educadores possam aproveitar e remixar essas iniciativas de acordo com as características culturais de sua região.

Instituto Educadigital e iniciativas REA

Com todo o acúmulo de aprendizagens que o Educarede me proporcionou, e no intuito de focar ainda mais em projetos de cultura digital na educação, ampliando públicos, parceiros e possibilidades, surge em 2010 o Instituto Educadigital (IED)[10]. Nossa missão é contribuir para a criação e o desen­volvimento de novas oportunidades de aprendizagem, que estimulem a for­ma­ção de cidadãos críticos e criativos, capazes de compartilhar infor­mação, conhecimento e cultura em uma sociedade em constante transformação.

Uma instituição que já nasce com 10 anos de experiência. E nasce também sem ter uma sede física propriamente, mas que está presente, ao mesmo tempo, em dois espaços altamente inspiradores, geradores de ideias e de atitudes. Um deles é o Hub São Paulo[11], uma rede de empreendedores sociais baseada na troca e no aprendizado mútuo. O outro, a Casa da Cultura Digi­tal[12], também na capital paulista, formada por um coletivo de pro­fis­sionais engajados na disseminação de conceitos e de práticas de cultura livre.

O IED parte da premissa de que, hoje em dia, não há mais como falar em formação de professores, independentemente da área do saber, sem considerar, em sua metodologia, um processo de cocriação envolvendo REA. Organizações no mundo todo, lideradas pela Unesco, já estão começando a documentar benefícios que REA pode revelar para educadores, alunos e a educação como um todo. No entanto, as práticas de uso de REA ainda são tímidas na América Latina, como mostrou o Fórum Latino-americano da Unesco sobre REA, realizado em março de 2012, no Rio de Janeiro. O interesse dos países é crescente, mas os desafios são muitos (desde formatos adequados, plataformas e até conteúdos).

Desde outubro de 2011, o IED é gestor regional do projeto REA-BRASIL[13], que visa apoiar a criação de política pública brasileira de REA[14], de forma que tenhamos recursos, práticas e atividades mais acessíveis para todos, garantidas com investimento público. Mas, como sabemos que não basta haver leis para efetivar mudanças, o IED pretende encabeçar uma série de ações que visem a formação de educadores em REA nos próximos anos. São os educadores quem, de fato, têm o poder de transformar sua prática em REA, a partir de uma reflexão que considere as oportunidades que uma licença flexível, como as do Creative Commons, traz.

No início de 2012, fizemos a curadoria do Educaparty[15], uma iniciativa inédita da Fundação Telefônica no Brasil que trouxe mais de 300 educadores de todo o país para uma jornada de aprendizagem dentro do maior evento de tecnologia que se tem notícia, a Campus Party[16]. Realizamos pela primeira vez no evento uma oficina sobre Como Usar, Criar e Compartilhar REA, e já temos notícia de que alguns desdobramentos estão surgindo: gestores técnicos de São Bernardo do Campo que participaram da oficina estão agora analisando as possibilidades de trabalho com REA na rede; a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro quer levar o conceito de REA para o projeto Escolas do Amanhã[17], que abrange escolas localizadas em áreas de maior conflito na cidade.

O IED também lançou, durante a Campus Party 2012, um projeto novo de REA. Queremos fazer, de forma colaborativa, a biografia da personalidade brasileira pioneira no uso das Tecnologias Digitais na educação, a professora doutora gaúcha Lea Fagundes, coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC), da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); e do projeto Um Computador por Aluno (UCA) na região Sul e no Amazonas. Para isso, oferecemos uma galeria para receber arqui­vos de imagem, vídeo e texto no blog de making of do projeto (pla­taforma WordPress)[18]. A publicação pretende contemplar, também, a his­tória e a trajetória da área de educação e tecnologia no Brasil, bem como uma linha do tempo das iniciativas de REA que foram surgindo.

Por que o IED acredita na causa REA? Porque o IED acredita na educação aberta, na troca, no compartilhar de experiências, e acredita que educação deve estar acessível a todos.

No começo de abril, estive em São Francisco, nos EUA, para conhecer pessoalmente a sede do Creative Commons (CC), pois pretendemos iniciar uma parceria com o Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV-Rio[19], que representa o CC-Brasil, para iniciarmos atividades de formação para uso das licenças, como fizemos em abril de 2012, na Hub Escola[20]. Foi interessante saber que o governo norte-americano está destinando US$ 2 bilhões em 4 anos aos Community Colleges(faculdades públicas de curta duração) de todo país produzirem REA[21].

Tive a oportunidade de conhecer também o Institute for the Study of Knowledge Management in Education (ISKME)[22], uma instituição correlata aos propósitos do IED em relação a REA. Localizada na bela e pequena cidade litorânea de Half Moon Bay, bem próxima a São Francisco, o ISKME já tem 10 anos de atuação e concretiza, não apenas nos EUA mas também em ou­­tros continentes, como África, o que de mais inovador existe hoje em for­ma­ção de professores, uso e produção de REA a partir da abordagem do Design Thinking (PINHEIRO; ALT, 2012) – uma forma de pensar e buscar a solução de problemas de maneira inovadora, a partir do valor percebido pelas pessoas.

Grande parte do trabalho do ISKME é financiado por instituições filantrópicas privadas. Fora do Brasil, existe uma dinâmica de financiamento mais perene por parte de áreas filantrópicas ou de responsabilidade social de empresas (Fundação Hewllet[23], Bill e Melinda Gates[24], por exemplo) marcada por total autonomia em relação às áreas de negócio e/ou comercial. Ou seja, essas grandes companhias não atrelam o nome de suas respectivas marcas comerciais às ações sociais. Ao contrário, mantém independência orga­nizacional e financeira para garantir ações coerentes e assertivas com as respectivas realidades em que uma iniciativa está inserida, colaborando de fato com sua sustentabilidade, à medida que permite instrumentalizar as populações beneficiadas a agirem com autonomia. O investimento social que fazem não pressupõe como contrapartida a compulsória divulgação de sua marca ou uso de produto.

O ISKME é uma inspiração para o IED à medida que desenvolveu um repositório de REA (OER Commons)[25] que pode receber variados formatos e está disponível a qualquer interessado sob licença Creative Commons. Também, por associar o Design Thinking no processo de formação que realiza junto aos professores, buscando estimular um processo de cocriação e colaboração constantes.

No Brasil, um dos grandes desafios para um instituto como o IED trabalhar com REA é, sem dúvida, obter recursos financeiros para difundir informação e conhecimento sobre o tema pelos quatro cantos do país, em parceria com governos e empresas realmente interessados no potencial transformador que essa concepção de abertura e autoria compartilhada traz para a educação. E, ao mesmo tempo, outro grande desafio é abrir um canal permanente de diálogo com grupos editoriais, tradicionais representantes do copyright (todos os direitos reservados). Um diálogo que passa pela discussão de novos modelos de negócio já existentes e inspiradores que estão surgindo pelo mundo baseados na abertura[26] e, que, certamente, não vão demorar a chegar por aqui. Os grupos que forem mais estratégicos e, principalmente, abertos ao novo, sairão ganhando.

Tornar esse novo mundo de fato possível e acessível para todos, abrindo caminhos para mais e mais processos colaborativos, segue sendo o maior objetivo para todo o movimento REA, na perspectiva de quem atua com formação de educadores. “Todos os direitos reservados” é uma atitude que limita a criação, limita a expansão do conhecimento, espanta a criatividade do remix. O mundo 2.0 que temos hoje possibilita que todos tenham voz, abre espaços de troca e de aprendizagem infinitos, mas é importante que estejamos preparados para mudar e inovar.

Referências

CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: UNESP, 2000.
LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 1999.
PINHEIRO,T. .; ALT, L. Design Thinking Brasil. São Paulo: Campus Elsevier. 2012
UNESCO. Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável 2005-2014. Plano de Implementação. 2005. Disponível em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001399/139937por.pdf

 

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Priscila Gonsales

Máster em Educação, Família e TIC pela Pontifícia Universidade de Salamanca (Madri), pós-graduada em Gestão de Processos Comunicacionais pela ECA-USP e graduada em jornalismo pela Fundação Cásper Líbero. Atua na área de educação e tecnologias digitais desde 2001. Foi pesquisadora do Centro de Estudos e Pesquisas em Educação Cultura e Ação Comunitária e atualmente é diretora cofundadora do Instituto Educadigital. prigon@educadigital.org.br

  1. [1] O Censo Escolar 2010 apontou 51,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica pública e privada no país. Desse total, 85,4% estudam nas redes públicas. http://www.brasil.gov.br/sobre/o-brasil/o-brasil-em-numeros-1/educacao.
  2. [2] Definição de REA pela Unesco: http://oerworkshop.weebly.com/.
  3. [3] Site do Cenpec: http://www.cenpec.org.br.
  4. [4] Acesso à Coleção Educarede, Cenpec/Fundação Telefônica: http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=revista_educarede.educarede_por_ai_principal&id_porai=55.
  5. [5] Caderno de Orientações Didáticas Ler e Escrever – Tecnologias na Educação: http://cenpec.org.br/biblioteca/educacao/producoes-cenpec/caderno-de-orientacoes-didaticas-ler-e-escrever-tecnologias-da-educacao.
  6. [6] Site do Creative Commons Brasil: http://www.creativecommons.org.br.
  7. [7] Projeto aconteceu de 2010 a 2011. Videos disponíveis no http://www.youtube.com/user/educulturadigital/videos e conteúdo dos temas de debate: http://www.educared.org/global/educarnaculturadigital/grupo-de-estudos.
  8. [8] Moodle é um software livre que permite a criação de cursos online: www.moodle.org.br.
  9. [9] Mais informações em: http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001399/139937por.pdf.
  10. [10] Instituto Educadigital: www.educadigital.org.br.
  11. [11] Hub São Paulo: http://saopaulo.the-hub.net/.
  12. [12] Casa da Cultura Digital: http://www.casadaculturadigital.com.br.
  13. [13] REA-Brasil OSF: http://www.rea.net.br.
  14. [14] Projetos de política pública em andamento no Brasil: http://rea.net.br/site/politicas-publicas-para-rea.
  15. [15] Educaparty aconteceu pela primeira vez no Brasil em 2012, com o objetivo de aproximar educadores dos avanços em tecnologia digita,l apresentados e debatidos na Campus Party. Fotos do evento, disponível em: http://www.flickr.com/photos/ieducadigital/sets/72157629827773581/.
  16. [16] Campus Party Brasil: http://www.campus-party.com.br/2012/index.html.
  17. [17] Mais informações: http://www.rio.rj.gov.br/web/sme/exibeconteudo?article-id=2281501.
  18. [18] Biografia colaborativa da Lea Fagundes: www.biodaleafagundes.org.br.
  19. [19] CTS-FGV/Rio: http://direitorio.fgv.br/cts/.
  20. [20] Oficina Autoria X Propriedade na Cultura Digital http://deborasebriam.wordpress.com/2012/05/04/autoria-x-propriedade-na-cultura-digital-2/, na Hub Escola http://www.hubescola.com.br.
  21. [21] Política do presidente americano Barak Obama incentiva produção de REA http://creativecommons.org/weblog/entry/26100.
  22. [22] Iskme: www.iskme.org.
  23. [23] Fundação Hewllet: http://www.hewlett.org.
  24. [24] Bill and Melinda Gates Foundation: http://www.gatesfoundation.org.
  25. [25] Mais informações: http://www.oercommons.org.
  26. [26] A Flat world Knowledge é um exemplo de editora norte-americana cujo modelo de negócio é baseado em REA: http://www.flatworldknowledge.com.

                                                      

12 comments on “Aberturas e rupturas na formação de professores

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